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Toy Story 3

26/06/2010 às 11:19 em Telinha & Telão

Antes de começar a falar qualquer coisa sobre Toy Story 3, quero contar à vocês minha relação com os primeiros filmes e com os personagens.

Eu deveria ter uns 6 ou 7 anos quando o primeiro título foi lançado nos cinemas. E desde aquela época eu adorava ver filmes, principalmente filmes da Disney.

Naquele tempo ir ao cinema era um verdadeiro acontecimento. E para ser bem sincero, com Toy Story isso acabou não acontecendo. Assisti em VHS. Lembro-me bem de ter achado o filme dos brinquedos falantes uma das coisas mais chatas que já tinha visto até então. A sensação que tive durante todo tempo era que o tempo não passava e que o filme não iria terminar nunca. Por fim terminou e eu, como ficou claro aqui, detestei o filme.

A história do cowboy que ficou com invejinha de seu dono ter um brinquedo novo nunca me agradou. Nunquinha mesmo.

Sei lá porque, anos depois fui ao cinema ver Toy Story 2. Achei divertidinho, bonitinho, legalzinho. Inho, inho, inho. Blah. Desde então nunca mais revi nenhum dos 2.

Com o lançamento do terceiro filme, vários textos apaixonados pipocaram na internet e ouvi de alguns amigos palavras na mesma medida. Pessoas assim; praticamente da minha idade, declaravam abertamente amor eterno a Woody e cia, além de dizerem que se identificavam com Andy, o dono dos brinquedos. Todo mundo amava Toy Story.

Do ponto de vista dos críticos, o primeiro Toy Story foi um marco: primeiro longa inteiramente animado em computação gráfica (porque ninguém viu o brasileiro Cassiopeia, né?). Todo mundo realmente amava Toy Story.  Menos eu.*

… E finalmente, Toy Story 3!

Eu só queria ver um filme legal, sabe?

Mas aí as luzes do cinema se apagaram e uma sequência mais que incrível de ação me fez vibrar nos primeiros minutos para, em seguida, eu poder me lembrar de como eu inventava histórias tão magníficas (e absurdas) quanto as que Andy criava quando eu era pequeno.

Nem deu tempo de lembrar. Logo após a abertura do filme fui pego de jeito com uma cena tão cheia de sentido e sentimento que reverteu de imediato toda antipatia que eu sentia para com as personagens.

Depois disso o tempo passou voando. Foram 98 minutos de diversão em seu estado mais puro. E quando acabou eu me senti completamente satisfeito. E feliz com o final daquela turminha.

O roteiro escrito a 6 mãos por John Lasseter, Andrew Stanton e Lee Unkrich fez com que as personagens, que já tinham emoções nos outros filmes, ficassem ainda mais humanas. A pureza dos brinquedos em tentar chamar a atenção de Andy a todo custo  e a nova “realidade” do garoto, que agora com 17 anos deixava sua casa para ir à faculdade, foram tópicos explorados com tanta clareza que posso dizer com certeza que, mesmo com toda má vontade do mundo, é impossível não mergulhar no mundo que se é apresentado.

O ritmo ágil imposto pelo roteiro foi captado com maestria pela direção do próprio Lee Unkrich, que em outrora co-dirigiu os maravilhosos Monstros S.A. e Procurando Nemo. Ao longo dos 98 minutos o que se vê em Toy Story 3 é um acabamento técnico perfeito, uma história redondinha e emocionante, uma trilha sonora espetacular e personagens apaixonantes. E a sensação que fica quando acaba, além de felicidade, é de que a Pixar, mais uma vez, produziu um dos melhores filmes do ano.

Falando nisso, já tem um bom tempo que desconfio que os filmes produzidos pela Pixar não são para crianças: Procurando Nemo, Os Incríveis, Wall-e e UP – Altas Aventuras podem corroborar meu argumento de maneira concreta…

No entanto, Toy Story 3 foge um pouco a “regra” para então voltar a ela: tão poderoso e tão inocente quanto os citados, ele acaba sendo um caso a parte por causa de uma peculiaridade que só ele possui: é o único título da Pixar que ganhou (2!) sequência(s).

E o que na prática isso quer dizer? Significa que o motivo pelo qual o lançamento deste filme ter um intervalo de 10 anos em relação ao último, é pelo simples fato de que o público que cresceu assistindo precisava estar crescido para entender tudo que é contato. Para entender e se permitir ser capturado de volta a infância, esquecendo de tudo o que aconteceu no meio tempo e apreciando este que é mais que um bom filme. Com o perdão do chavão: um ótimo filme… para todas as idades.

*Só pra ficar claro, quando eu digo “menos eu” não é mania de exclusividade nem nada. Só tô falando sobre a maioria das pessoas. É óbvio que tem pessoas por aí que provavelmente não gostam de Toy Story. Quero dizer, tem gente por aí que não gosta de chocolate, né? Hehehe.

Toy Story 3, Lee Unkrich, 2010.

Toy Story 3. Com: Tom Hanks, Tim Allen, Joan Cusack, Blake Clark, Don Rickles, Estelle Harris, John Ratzenberger, Wallace Shawn, Whoopi Goldberg, Jodi Benson, John Morris e Michael Keaton.

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Cinema: Os Mais Bem Pagos de 2009

09/02/2010 às 02:15 em Aleatoriedades, Telinha & Telão

Engana-se quem pensa que os atores mais bem pagos de Hollywood ainda são Johnny Deep e Julia Roberts.

Segundo a Vanity Fair, os nomes do momento são os de Daniel Radcliffe e o de Emma Watson, ou, se você preferir, o Harry Potter e a Hermione Granger. No último ano os dois faturaram 70 milhões (40 ele, 30 ela) por suas participações nos 2 últimos filmes da franquia.

A lista exibe ao todo 40 nomes e abrange gente envolvida no segmento de cinema como atores, diretores e produtores.

Seguindo a lista dos atores temos Ben Stiller com 40 milhões e Tom Hanks com 36 milhões. Do lado feminino, quem aparece em segundo lugar é Cameron Diaz com 27 milhões e Sarah Jessica Parker com 24 milhões.

Vale ressaltar que Emma ficou em primeiro lugar como a mais bem paga do ano passado porque recebeu 15 milhões por cada “pedaço” de Harry Potter e As Relíquias da Morte. Angelina Jolie, que durante todo ano passado se ocupou com Salt, tornou-se a atriz com o maior cachê em um único filme levando pra casa nada menos que 20 milhões de dólares. Na lista geral ela aparece num mísero 32º. É mole?

Se liga na lista completa, que engloba todos os envolvidos:

1 Michael Bay $125 milhões
2 Steven Spielberg $85 milhões
3 Roland Emmerich$70 milhões
4 James Cameron $50 milhões
5 Todd Phillips $44 milhões
6 Daniel Radcliffe $41 milhões
7 Ben Stiller $40 milhões
8 Tom Hanks $36 milhões
9 J. J. Abrams $36 milhões
10 Jerry Bruckheimer $35.5 milhões
11 Tyler Perry $32.5 milhões
12 Adam Sandler $31.5 milhões
13 Denzel Washington $31 milhões
14 Emma Watson $30 milhões
15 Rupert Grint $30 milhões
16 Owen Wilson $29 milhões
17 Nicolas Cage $28 milhões
18 Russell Crowe $28 milhões
19 Cameron Diaz $27 milhões
20 Brian Grazer e Ron Howard $25.5 milhões
21 Johnny Depp $25 milhões
22 Steve Carell $25 milhões
23 Robert De Niro $24.5 milhões
24 Sarah Jessica Parker $24 milhões
25 Katherine Heigl $24 milhões
26 Shawn Levy $23 milhões
27 Oren Peli e Jason Blum $22.5 milhões
28 Robert Downey Jr. $22 milhões
29 George Clooney $22 milhões
30 Matt Damon $22 milhões
31 Reese Witherspoon $21 milhões
32 Angelina Jolie $21 milhões
33 Jennifer Aniston $20 milhões
34 Sandra Bullock $20 milhões
35 Robert Pattinson $18 milhões
36 Clint Eastwood $17 milhões
37 Kristen Stewart $16 milhões
38 Mark Wahlberg $16 milhões
39 Shia LaBeouf $15 milhões
40 Brad Pitt $13.5 milhões

Como era de se esperar, o top 3 geral da lista contém só realizadores, como Michael Bay de Transformers, Steven Spilberg e Roland Emmerich. James Cameron também marca presença com seus nada modesto 50 milhões.

Ai, ai… Essa galera que faz cinema nos States deve viver muito bem, né?

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Hope For Haiti Now

23/01/2010 às 14:20 em Aleatoriedades, No Som

Ontem à noite rolou o Hope for Haiti Now, evento organizado por George Clooney em parceria com a MTV norte-americana a fim de angariar fundos para as vítimas do terremoto que ocorreu na última semana.

Transmitido por várias emissoras ao redor do mundo, o evento contou com artistas do primeiro time de Hollywood, como Julia Roberts, Tom Hanks, Brad Pitt, Reese Whisterpoon e Steven Spilberg como ‘telefonistas’, recebendo as doações das pessoas que ligavam.

Entre depoimentos emocionados e reportagens sobre a caótica situação do país aconteceram também alguns números musicais. Separamos abaixo alguns dos melhores momentos da noite:

Abrindo o show, Alicia Keys cantou Prelude to a Kiss:

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Shakira, mais linda do que nunca, apresentou com muita competência sua versão de I’ll Stand By You, clássico dos Pretenders:

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Justin Timberlake acompanhado de Matt Morris fizeram uma emocionante versão de Hallelujah, de Leonard Cohen:

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Chris Martin, do Coldplay, acompanhou Beyoncé ao piano enquanto ela cantava Halo:

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Christina Aguilera também deu o ar da graça e usou o evento para apresentar Lift Me Up, uma canção inédita que estará presente em Bionic, seu próximo disco, em versão acústica:

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Acompanhada por um coral, Madonna cantou o clássico Like a Prayer sem maiores firulas:

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Fechando a noite, o haitiano Wyclef Jean, ex-vocalista do Fugees, mais conhecido por aqui pelo dueto com Shakira em Hips Don’t Lie, cantou Rivers Of Babylon:

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Embora o evento tenha durado pouco mais de 1 hora, as doações ainda podem ser feitas através do site www.msf.org.br . Vale dizer que qualquer valor é válido, por menor que seja, e que é possível doar via cartão de crédito. Como o próprio Clooney disse: envolva-se!

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